
As mudanças climáticas alteraram a distribuição geográfica dos parasitas que se alimentam de sangue e consequentemente o risco de doenças transmitidas para cães e Homem
Patrick Bourdeau da Escola Nacional Veterinária de Nantes, França, afirma que "existe uma substancial expansão da leishmaniose. O número de áreas onde as clínicas reportaram mais de 50 casos por ano, duplicou de 1986 para 2004. Ao serem interrogados sobre duas doenças relevantes dos cães transmitidas por vectores em 2006/2007, 27% dos veterinários referiram um aumento da erliquisose na prática diária e 36% referiram a borreliose."